04 maio 2017

Fiat 500 Forever Young: depois de Turim e Londres, a viagem no tempo do Fiat 500 passa por Paris

  • Já disponível no site www.500foreveryoung.fiatpress.com o terceiro episódio da série web dedicada ao ícone da Fiat que, este ano, celebra 60 anos de história e de grandes sucessos.
  • A turnê virtual chega agora à cosmopolita cidade de Paris, entre os anos Setenta e Oitenta, oferecendo um rico arquivo de fotos, vídeos e documentos da época.
  • A fascinante viagem multimédia insere-se num plano de comunicação mais amplo que comemora o longo caminho que o 500 percorreu até se tornar um ícone global de que foram vendidos quase seis milhões de unidades.




Depois do gabinete de Dante Giacosa em Turim e de Piccadilly Circus em Londres, a fascinante viagem multimédia do "500 Forever Young" chega à cosmopolita e elegante cidade de Paris, entre os anos Setenta e Oitenta, quando a capital francesa vivia uma segunda juventude nas asas da revolução estudantil de 1968. Com efeito, embora já não desfilassem pelas ruas aqueles jovens desejosos de mais liberdade, entre as estradas das metrópoles europeias serpenteava silenciosamente outra revolução, provavelmente não menos incisiva: a revolução do "pequeno".

 

Para a tecnologia, de facto, o desafio era reduzir as dimensões, tornar tudo portátil, pessoal, sempre ao alcance da mão. De resto, as "pequenas-grandes" coisas do quotidiano são aquelas que redescobrimos todos os dias. Nunca banais, sempre indispensáveis, fazem parte das nossas vidas e ocupam-nas, dia após dia, mais do que os grandes acontecimentos. Tal como o pequeno-grande Fiat 500 que, em sessenta anos de história, demonstrou ao mundo que um automóvel compacto pode tornar-se um ícone intemporal. Aliás, alguns dos objectos nascidos da criatividade da indústria italiana, como o 500 ou a Vespa, não podem ser avaliados simplesmente pela sua estética, nem representam apenas um bom exercício de engenharia em que a forma serve a função. São, sim, potentes alquimias, revolucionárias no design e no conceito, que redefinem as regras do jogo. Quando isto sucede, nascem obras-primas na história da indústria. E o Fiat 500 é uma delas.

 

Prossegue, assim a série web que celebra o 60.º aniversário do Fiat 500, o ícone fiel a si próprio mas sempre actual, parte integrante de um plano de comunicação mais amplo, declinado na web, rádio e TV. Programadas ainda numerosas iniciativas, entre as quais uma emocionante turnê pelas mais belas praças da Europa que irá envolver fãs e coleccionadores do Fiat 500, de hoje e de ontem. Iniciado no passado mês em Itália, por estes dias o "500 Forever Young Tour" chega a França com eventos especiais que unem produto, história, arte e costumes.

 

É possível experimentar essas mesmas emoções com a viagem virtual do "500 Forever Young" que, na sua terceira etapa, chega a Paris, entre os anos Setenta e Oitenta, quando o "pequeno-grande" carro despertava um interesse crescente junto do público, embora já não estivesse em produção. Será pela sua linha suave e arredondada, que de imediato suscita simpatia, ou talvez por aquele ar "divertido" que faz nascer um sorriso de cumplicidade a quem todos os dias enfrenta o trânsito da cidade, a verdade é que o Fiat 500 entra no coração dos franceses, que, naqueles anos, o escolhem porque o acham chique, sobretudo as mulheres, e, ao mesmo tempo, reconhecem o seu carácter prático, a sua atitude casual com estilo, em particular para os jovens. E o terceiro local da série web é exactamente o apartamento parisiense de um jovem que vive aqueles anos tão especiais.

 

Na página de início de "500 Forever Young" está reproduzida uma habitação do XVI bairro, decorado com objectos e mobiliário da época. Cada um deles é um hotspot que permite aceder a textos, fotografias e vídeos que retratam o fermento daqueles anos e a longa série de progressos tecnológicos que mudaram a nossa vida. São exactamente alguns destes objectos simbólicos que se encontram na mesa do apartamento. Do walkman com auscultadores à consola portátil Nintendo Gameboy, do relógio Swatch aos óculos Persol, passando pelo porta-chaves de um 500. Cada um deles representa o vibrante espírito daqueles anos, cada um deles é um objecto de pequenas dimensões, mas que esconde muita substância e inovação. Tal como o 500, um ícone Pop que nunca passou de moda ao longo das décadas, pelo contrário, com o correr os anos foi conquistando todos os amantes da beleza e da originalidade. Não só. O pequeno-grande carro responde à mais genuína tradição Fiat, que democratiza o acesso a conteúdos e a tecnologias nunca antes oferecidas no segmento dos utilitários: o 500 é o automóvel para todos.

 

É claro que estava também nos sonhos de toda a gente a televisão a cores que, nos anos Oitenta, se foi tornando cada vez mais compacta e que já não está apenas na clássica sala de estar. Encontramo-la na cozinha, onde as mães seguem o Dallas ou a Dinastia, ou nos quartos dos jovens, literalmente colados ao ecrã a ver a série Happy Days ou os videoclipes das bandas do momento, como os Duran Duran ou os Spandau Ballet. Clicando na televisão presente no website, colocada sobre o incontornável gravador de vídeo, é possível ver alguns filmes do Arquivo Histórico Fiat da época. Perto da TV, mais três objectos confirmam o carácter extraordinário do que é "pequeno" no quotidiano: o livro do guerreiro galês Astérix; a esferográfica Bic, o primeiro e mais difundido objecto "usa e deita fora" do planeta; e a máquina de escrever Olivetti ET-101, equipada com um mini-mostrador sobre o teclado para corrigir o texto antes de imprimir. Também o pequeno 500 é extraordinário, pois supera o conceito de "meio de transporte" para desembarcar no das "mais autênticas emoções".

 

O 500 é, em suma, um objecto especial que evoca amizades, viagens aventureiras e primeiros amores. Não é por acaso que o apartamento parisiense é decorado com dois pósteres da época: um com a selecção nacional francesa que em 1984 ganhou o título europeu e outro com a promoção de um filme de 1981 com uma muito jovem Sophie Marceau. Aliás, seria ela, alguns anos depois, a interpretar Ariane na comédia De l'autre côté du lit, de 2008, acompanhada pelo seu especialíssimo 500 cor-de-rosa. Obviamente, é o 500 Pink de 2008, uma das inúmeras versões do herdeiro do mítico 500 original, com dezenas de personalizações e de séries especiais. Aliás, sempre fiel a si próprio, o 500 soube assumir, ao longo dos anos, diversas faces: um dos segredos da sua eterna juventude. Igualmente eternos são dois ícones do desporto, como o italiano Enzo Maiorca e o francês Jacques Mayol, cuja rivalidade inspirou Luc Besson para realizar o filme Imensidão Azul, de 1988. E nas gravações lá está um 500 histórico, que encarna perfeitamente a italianidade do protagonista.

 

Por fim, o apartamento de Paris do "500 Forever Young" completa-se com duas janelas: de uma pode admirar-se a majestosa Torre Eiffel que, desde 1889, vigia a romântica capital francesa, enquanto da outra se vê a pirâmide do Louvre, o museu mais famoso do mundo que, exactamente nos anos Oitenta, se renovou com esta obra exótica do arquitecto Leoh Ming Pei. Aliás, só algo com personalidade forte e indiscutível fama pode permitir-se mudar, sem medo de perder a própria identidade. Aconteceu com o Louvre com a gigantesca pirâmide no exterior, aconteceu em 2008 com o novo 500, que herdou os pergaminhos do antecessor, ícone global do design italiano que, durante sessenta anos soube reinventar-se, mas mantendo imutáveis os próprios valores ao longo do tempo.

 

Termina, assim, o terceiro episódio da série web "500 Forever Young", que assinala mais um passo no longo caminho que o pequeno-grande Fiat percorreu desde 1957 até agora, influenciando a moda, a sociedade e os hábitos, e tornando-se um autêntico ícone global, com cerca de seis milhões de veículos vendidos até agora. A história continua no próximo mês, num novo ambiente, para falar de um período histórico que o modelo viveu na pele de protagonista.

 

 

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