04 abril 2017

Fiat 500 Forever young: o ícone global “chega” ŕ Londres dos anos Sessenta

 

  • Encontra-se já no site www.500foreveryoung.fiatpress.com o segundo episódio da série Web dedicada ao ícone da Fiat que celebra, este ano, 60 anos de história e de grandes sucessos.
  • Fotos, vídeos e documentos da "Swinging London" para reviver os anos Sessenta, em que o pequeno-grande carro transpunha as fonteiras italianas para se afirmar nos quatro cantos da Terra.
  • A fascinante viagem multimédia insere-se num plano de comunicação mais amplo que comemora o longo caminho que levou o 500 a tornar-se um ícone global, de que já foram vendidos quase seis milhões de exemplares.

 

 

No site www.500foreveryoung.fiatpress.com entrou já em cena o segundo episódio da série Web criada para celebrar o 60.º aniversário do Fiat 500, o ícone fiel a si próprio, mas sempre actual. Depois do arranque em Turim - no primeiro episódio foi reproduzido o gabinete de Dante Giacosa, onde o modelo nasceu -, hoje o "pequeno" Fiat chega à Londres dos anos Sessenta, mais precisamente a Piccadilly Circus.

 

Esta deslumbrante viagem multimédia insere-se num plano de comunicação mais amplo que abrangerá a Web, a rádio e a TV, para além de uma série de iniciativas, entre as quais uma turnê pelas mais belas praças da Europa e que envolverá fãs e coleccionadores do Fiat 500, de hoje e de ontem. Produto e história, arte e costumes: o Fiat 500 percorreu um longo caminho desde 1957 até aos nossos dias, influenciando a moda, a sociedade e os hábitos e tornando-se um autêntico ícone global, com cerca de seis milhões de viaturas vendidas.

 

Voltemos a Londres e aos fabulosos anos Sessenta, os anos do movimento cultural "Swinging London", altura em que Piccadilly Circus era a capital das novas tendências sociais, musicais e artísticas e onde era possível encontrar algumas das mais fascinantes personalidades daquele tempo, como John Lennon, Paul McCartney, Sean Connery, Georgie Best, John Osborne ou Harold Pinter.

 

É exactamente a famosa praça londrina que é retratada neste segundo episódio. No centro, um Fiat 500 de 1965, vermelho fogo, rodeado por monumentos, lojas, meios de transporte, jornais e anúncios luminosos: cada um deles é um hotspot que permite aceder a testes, fotografias e vídeos que falam da excitação daqueles tempos, em que o Fiat 500 se preparava para se afirmar em todo o mundo, inclusivamente no longínquo Taiti. Prova disso é uma curiosa fotografia de 1962, tirada na mesma altura e no mesmo local em que um outro ícone globale, Marlon Brando, está a rodar O Motim no Bounty.
Igualmente famosas são outras duas lendas do cinema mundial, ambas presentes no website com duas sugestivas imagens: a arrebatadora Sofia Loren, vencedora do Óscar em 1962 pelo filme Duas Mulheres, e o realizador Michelangelo Antonioni que, em 1966, decide retratar a Swinging London ambientando exactamente na capital inglesa uma das suas obras-primas, "Blow-Up", filme vencedor da Palma de Ouro no Festival de Cannes. E entre as estrelas do cinema há quem perca a cabeça: Jack Lemmon. No filme "Avanti" de Billy Wilder, de 1972, ambientado em Ischia, o actor americano apaixona-se pela sua "companheira" de cena, obviamente uma viatura Fiat 500, e pede à produção para a levar para a sua casa em Beverly Hills, fazendo descontar o custo no seu cachê.

 

A viagem multimédia continua. Sempre na página inicial, ao lado do Fiat 500 histórico, encontra-se a inconfundível cabina telefónica vermelha de Londres, mais um ícone que entrou no imaginário colectivo e que representa a aceleração das telecomunicações naquele período. Por exemplo, o telefone, de objecto de elite passou a ter lugar em quase todas as casas e, a partir de 1970, as chamadas de longa distância e até mesmo as internacionais tornaram-se mais fáceis, não tendo de recorrer à central telefónica. E basta passar o rato pela insígnia luminosa para descobrir como a comunicação publicitária adquire, naquele período, uma dimensão global, capaz de satisfazer as exigências das florescentes empresas multinacionais.

 

Prosseguindo na navegação, descobrimos uma loja de discos onde, através da montra, se entrevê uma televisão, invenção recente mas que revela de imediato as suas enormes potencialidades para quebrar as barreiras entre os países, para além de ser uma testemunha do seu tempo: basta pensar na incrível transmissão directa da primeira alunagem em 1969. Clicando na televisão, é possível ver dois vídeos do Arquivo Histórico da Fiat rodados entre os anos Sessenta e Setenta. E não é difícil imaginar o icónico Fiat 500 conduzido por jovens londrinos que se passeiam entre Piccadilly Circus e Carnaby Street, ouvindo os Beatles e os Rolling Stones.

 

Emblema da motorização em massa dos anos Sessenta, o Fiat 500 encontra-se perfeitamente à vontade ao lado do double decker, o famoso autocarro vermelho de dois andares que, juntamente com a intrincada rede de metropolitano e os característicos táxis retro, permite descobrir cada canto da capital inglesa. Olhando para o topo da página inicial, vê-se um Boeing que cruza os céus: aliás, o período dos anos Sessenta e Setenta representa a época de ouro do transporte aéreo. É de um avião igual àquele que quatro rapazes de Liverpool desembarcam, a 7 de Fevereiro de 1964, no aeroporto JKF de Nova Iorque, que acabara de receber o nome do presidente assassinado, dando oficialmente início à Beatlemania. Também alguns Fiat 500, capturados numa sugestiva foto daquela época, aguardam embarque na pista do aeroporto de Fiumicino, em Roma, para chegarem a países longínquos.

 

Hoje, o histórico 500 é um automóvel de culto e os Ingleses, desde sempre grandes coleccionadores¸ estão prontos para fazer autênticas loucuras por ele. Um exemplo? Em 2015, a leiloeira Sotheby's vendeu um esplêndido 500 de 1965 por 17.920 libras esterlinas, enquanto o website britânico especializado Classic Driver apresenta uma proposta de um 500 de 1959 por 40.000 libras esterlinas: foi vendido num instante. Tinha sido restaurado e preparado pelo célebre Graeme Hunt, uma espécie de divindade em termos de automóveis clássicos. Até o ex-Primeiro-Ministro inglês David Cameron tinha um Fiat 500 que vendeu por cerca de 23.000 euros. Motivo? Comprar outro.

 

Em suma, o 500 é muito mais do que um automóvel: em 60 anos, tornou-se um autêntico ícone POP. Um símbolo de estilo italiano que nunca passou de moda. Ao longo dos anos, conquistou todos os amantes da beleza e da originalidade. Dar cor ao quotidiano e às estradas de todo o mundo é a missão que o 500 cumpre todos os dias, desde 1957: o ícone Fiat é uma autêntica obra de arte, capaz de enriquecer o ambiente que o rodeia. Nasce, assim, um ícone global que enfrenta o seu sexagésimo aniversário com a mesma despreocupação e a mesma paixão dos jovens que deram vida à Swinging London.
O Fiat 500 é mesmo Forever Young.

 

Depois de Turim e Londres, o grande-pequeno carro partirá para o terceiro episódio da série Web que oferece, no início de cada mês, um novo ambiente para falar de um período histórico que o modelo viveu na pele de protagonista.
A história continua. 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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